Se por qualquer razão tiver de tomar regularmente medicamentos, não deixe de fazê-lo sem primeiro consultar o seu médico, pois o perigo decorrente de não tomar um medicamento poderá ser maior do que os riscos que possam advir para o bebé.
Evite, sempre que possível, tomar medicamentos desnecessariamente. Se sentir uma ligeira indisposição, poderá haver outras maneiras de lidar com ela sem recorrer a medicamentos.
Assim, por exemplo, poderá evitar a prisão de ventre se se mantiver fisicamente mais activa e se ingerir mais líquidos e fibras.
Os enjoos e os vómitos próprios da gravidez poderão ser evitados com pequenas refeições mais ligeiras e mais frequentes.
Poderá ainda assim ter de tomar alguns medicamentos, por exemplo antibióticos, se sofrer de alguma infecção.
Hoje em dia sabe-se que por exemplo as penicilinas são perfeitamente inofensivas para o bebé, ao passo que as tetraciclinas podem originar distúrbios na formação óssea e manchas permanentes nos dentes da criança. O uso de sulfamidas nos primeiros seis meses da gravidez não representa qualquer perigo, mas nos últimos três não deve acontecer, pois pode causar problemas aos recém-nascidos.
Antes de comprar medicamentos de venda livre, como por exemplo remédios contra constipações, xaropes, antiácidos, suplementos de ferro ou certos medicamentos para problemas de pele, não deixe de se informar junto do médico ou farmacêutico.
Certos remédios “naturais”, como por exemplo preparados à base de plantas, poderão revelar-se prejudiciais durante a gravidez. Não deverá portanto tomá-los sem o consentimento do médico. Em excesso, as vitaminas, sobretudo a A e a D, podem também ser perigosas, pelo que sem a recomendação expressa do médico não deverá tomar quaisquer vitaminas ou suplementos minerais.
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